quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Stop Motion: produto final

Antes de mais nada, sejam sempre bem vindos ao nosso blog. 

Venho, novamente, por meio desta breve escrita falar sobre nosso stop motion, na realidade apenas postar nosso produto final. Ele aborda brevemente sobre a Teoria da Endossimbiose e para mais informações de assistam o vídeo, se inscreva no nosso canal, deixem seu like e assistam os anteriores!

Grata,





Stop Motion - Anexos Embrionários das Aves

      
Olá pessoal...
Iremos apresentar a versão final do nosso Stop Motion que teve como tema “Anexos Embrionários das Aves”. Para a realização do vídeo foi feito um cenário utilizando papel colorido, papel A4, cartolina, cola, tesoura, fita adesiva, pincéis, lápis e régua. Para o modelo didático usamos massinha de biscuit e tintas de cores variadas. De inicio, tivemos algumas dificuldades com a confecção do modelo didático pelo fato do biscuit ser um material de secagem rápida. As fotos foram tiradas pelo celular, em que tivemos problemas com a fixação da câmera e improvisamos em um banco de madeira. Na edição das fotos, foi necessário ajustar a proporção de todas as imagens para padronizar as faixas de bordas. O roteiro foi desenvolvido pelos integrantes do grupo e uma parte retirada de alguns artigos. O programa utilizado para criação do vídeo foi o Windows Movie Maker, de fácil acesso, porém tivemos alguns imprevistos com o manuseio. No final, com paciência, persistência conseguimos chegar ao resultado final, espero que gostem.
  
     
   Grupo: Jéssica Palhares, Leidiane Oliveira, Miriam Bino e Najara Cristina.
Boa noite!!

          Nossa jornada em Estudos e Desenvolvimento de Prjetos III (EDPIII) chega ao fim, com a última parada em uma animação de stop motion, onde mostraremos o encapsulamento do fármaco fosfoetanolamina por uma vesícula de lipossomo, a partir de uma conversa de duas amigas em um laboratório de microscópia. 
           Ao longo do ultimo mês que tivemos navegando, precisamos utilizar algumas a mesa fotográfica presente no laboratório para tirarmos fotos sem sombras e reflexos. Foram tiradas 225 fotos, desde a bela encenação do momento em que duas amigas conversam sobre a fosfoetanolamina, até o englobamento do fármaco por um lipossomo, mostrando por fim nosso modelo didático que é o lipossomo em sua estrutura 3D. 
                                                                  Fig 1.: Tirando as fotos 
                                                                     na mesa fotográfica 
                                                              
                                                         Fig 2.: Lipossomo em 3D 

             A utilização de programas para a produção do stop motion eram águas quase desconhecidas para a tripulação, que foi o momento em que mais sentimos dificuldades. Contudo a disciplina foi uma grande aventura, com novos aprendizados e boas evoluções, graças aos bons conselhos dos três comandantes Vera, Flávia e Carlos, e da força de vontade dos navegadores.




Grupo: Caroline Morais, Mirelle Oliveira, Paula Baptista e Ramon Macedo. 



Produção do Stop Motion – Teoria Endossimbiótica.

Bom dia!!!

         Venho agora relatar como se deu a confecção do stop motion que foi apresentado na disciplina de EDP III, á partir do modelo didático que havíamos criado sobre a teoria endossimbiótica.

          Primeiramente estava tudo maravilhoso, tantos os professores como nós membros no grupo estávamos satisfeitos com o resultado do modelo feito de massinha... Até que um dos integrantes tem a brilhante atitude de pegar o modelo para olha-lo novamente, nesse momento vimos que a massinha estava toda trincada e o que não tinha quebrado, estava desbotado. Nesse momento percebemos que para a produção do stop motion teríamos que refazer nosso modelo com outro material, fizemos desta vez com biscuit. Gostamos mais ainda do resultado, porém tivemos todo o trabalho de refazer, e com o biscuit tivemos mais dificuldades de trabalhar pois ele é um pouco mais consistente.

       Começamos então a produzir o stop motion, foram mais de duas mil fotos para a obtenção do produto final, quanto as fotos não tivemos muitos problemas, mesmo com todo o trabalho, não tivemos que refazer, mas, o grande imprevisto desse momento foi a dificuldade para editar juntamente com as fotos as falas explicativas que acompanhavam a imagem, refizemos cerca de 3 vezes a gravação das falas para conseguir juntar e dar o tempo correto com as fotos. Por fim mostramos aos professores, tivemos que fazer alguns ajustes mas nada que precisasse refazer alguma parte.

       Por hoje é isso pessoal, concluímos nosso ultimo projeto de EDP III, com sucesso, ainda bem!
       Até mais.


      Grupo: Izabela Gomes Rizzatto, Itálo Lima, Iara Sampaio e Letícia Fausto.

Stop Motion: Condução de Seiva Bruta pelo Xilema

Olá, caros leitores.
           
A última etapa da disciplina de Estudo e Desenvolvimento de Projetos III (EDP III), se consolidou com a produção do Stop Motion. A princípio para a elaboração deste, decidimos trabalhar com temas abordados na disciplina de Anatomia Vegetal.

Incialmente a temática que seria abordada era sobre como se sucedia a condução de água e sais minerais pelo tecido vascular xilema, entretanto, durante a nossa primeira reunião juntamente com os docentes que administram a matéria, constamos que tal conteúdo se aplicava na disciplina de Fisiologia Vegetal e não de Anatomia Vegetal.

Diante disso, decidimos direcionar nosso trabalho a fim de conseguir realizar uma abordagem que estivesse relacionada com a disciplina de Anatomia vegetal, porém, como já havíamos feito o modelo pensando em trabalhar a condução de seiva bruta no xilema, tivemos que  optar  por fazer a junção da fisiologia vegetal para mostrar como ocorre o percurso da água e dos sais minerais pelo xilema e como parte da disciplina de Anatomia Vegetal  abordamos qual as características dos vasos condutores do xilema.

Para a gravação do Stop motion, utilizamos a câmera de um celular e improvisamos um suporte para que as fotos não tremessem.



Para produção do Stop Motion utilizamos o aplicativo Instagram, que conta com uma ferramenta que produz o Stop Motion, através de uma sequência de fotos. Ele fornece pequenos vídeos e posteriormente é possível realizar a junção desses, para assim dar vida ao Stop Motion.  Para juntar os vídeos e editá-los utilizamos o programa Movie Maker, uma vez que, este era familiar e de fácil manejo para o grupo. Segue abaixo o nosso vídeo.

   



Com a disciplina chegando ao fim, os integrantes se mostraram satisfeitos com a produção do trabalho, não podemos negar que diversos desafios e problemas surgiram, no entanto, conseguimos trabalhar em grupo para assim poder buscar a solução para todos os empecilhos. Diante disso agradecemos também aos docentes que administram a matéria pela grande ajuda e pelo conhecimento que nos foi passado.

Alunos: Diego Lopes, Francielle Lima, Giulia Marques, Luíza Martins e Luíza Souza.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017



Boa Noite, leitores!

         Nesta postagem discutiremos a elaboração dos moldes que nos foram solicitados para a disciplina EDP III. O grupo é constituído por mim (Jéssica), pela Najara, Leidiane e Mirian. O objetivo trata-se da confecção de moldes que possam ser utilizados posteriormente em vídeo de stop motion. O tema escolhido pelo grupo foi “Anexo embrionário das aves”, inspirado pela disciplina de embriologia em que metade do grupo está matriculado e a outra metade já cursou.
         Primeiramente, foi escrito um roteiro simples que influenciou a escolha dos materiais utilizados. A história simula uma galinha e seu ninho em seu habitat natural. Tendo em vista que os moldes precisariam ser resistentes dado o constante transporte para a universidade e para locais de confecção, assim como para evitar desperdícios, escolhemos o biscuit. Nenhuma integrante possuía familiaridade com o material, mas essa foi uma dificuldade contornada com dicas de blogs na internet, instruindo por exemplo, a mantê-lo sempre embalado e ligeiramente umedecido para não endurecer previamente.
         Em seguida, a primeira versão de alguns dos moldes foi descartada desde que, apesar de que o intuito do trabalho não seja oferecer moldes realistas, os professores apontaram falta de proporção entre o tamanho da galinha e dos ovos. A segunda versão destes objetos obteve mais sucesso nestes requisitos.
Por ser um material de fácil manejo, a principal dificuldade que o grupo enfrentou foi na divisão das tarefas, no agendamento das reuniões e na comparação dos moldes por motivos da incompatibilidade de horário entre as integrantes. Este fator, assim como a necessidade de refazer alguns moldes, criou dificuldades quanto ao roteiro inicial do vídeo que sofreu alterações com o objetivo de diminuir o número de objetos de cena.
         Por fim, utilizamos tinta para destacar em cores fantasia os diferentes anexos embrionários que serão abordados no vídeo.
      


 Referências:

Slides enviados para a turma pelo Prof° Carlos via e-mail
     

Produção de Modelo Didático – Teoria Endossimbiótica.

Boa noite pessoal!!

                Aqui estamos novamente para descrever o processo de criação e produção do material que foi apresentado como modelo didático na disciplina de EDP III. Desta vez procuramos um tema recorrente dentro das aulas de Ciências e que fosse de certa maneira difícil de se acompanhar e compreender por conta de seu caráter teórico.         

Pois bem, desta maneira chegamos primeiramente ao tema relacionado ao “Crossing Over’’ que ocorre durante a gametogênese e dá origem a variabilidade genética existente nos processos reprodutivos humanos.
Mas como toda ideia é outra na prática e visto a demanda de tempo, materiais e funcionalidade do material didático, não foi possível dar sequência a esta temática pois a maneira em que disponibilizaríamos seria em painéis de ferro com os cromossomos dispostos anexados a imã e todo processo da Meiose seria reproduzido através de condução magnética por trás do tal painel.         
                Enfim, sem mais delongas pra não parecer que somos fanfarrões embora levando o assunto com seriedade e vontade de fazer algo criativo e diferente para o ensino de Ciências....      NÃO DEU CERTO!           
                               É; pode até dar com mais calma, tempo e apoio financeiro mas desta vez não foi possível.
E agora? Então, partimos para um tema que pudéssemos trabalhar de maneira mais objetiva para o resultado final com qualidade.
Por fim, pensamos que muitas vezes as teorias existentes dentro da biologia como um todo compreendem uma realidade microscópica, já não existente e também que utiliza termos e considerações complexas sendo que ilustrações e métodos de aprendizagem mais práticos e visuais podem trazer maior facilidade na aprendizagem pois o tema está visualmente exposto e seus componentes e objetos de estudos estão esquematizados exemplificando processos.
Aonde chegamos com esse bla-bla-bla?
                Na teoria endossimbiótica foi proposta por Lynn Margulis, em 1981, em um livro intitulado Symbiosis in Cell Evolytion. Essa teoria explica como os cloroplastos e as mitocôndrias surgiram nas células eucarióticas. 
                Com a confecção feita em painel de isopor, com as organelas e células procariontes/eucariontes confeccionadas em massa de modelar, o processo que ocorre na teoria foi devidamente ilustrado em uma espécie de passo-a-passo de como toda a teoria descreve as etapas e possibilidades então montado no painel de isopor. (Figura 1.)
                As dificuldades se deram por conta do primeiro processo que não deu certo e também pelo tempo que o primeiro processo demandou, sobrando pouco tempo para confecção do segundo porém conseguimos êxito devido a objetividade e simplicidade em descrever o tema.              
                É de grande importância que existam modos e didáticas alternativas para se explicar teorias complicadas ou distantes da realidade escolar por conta do seu cunho cientifico ou teórico excessivo.

                Por hoje é só pessoal, voltaremos em breve com post sobre o STOPMOTION que produziremos colocando esse painel em movimento para demonstrar a teoria endossimbiótica.
               
                Até a próxima!!

FIGURAS
Figura 1

Figura 2
Figura 3

Figura 4


Figura 5

Figura 6

Figura 7

Figura 8




Grupo: Ítalo Lima, Iara Sampaio, Letícia Fausto e Izabela Gomes.
Referências Bibliográficas:
-Bruce Alberts, Alexander Johnson, Julian Lewis, Martin Raff, Keith Roberts and Peter Walter, Molecular Biology of the Cell, Garland Science, New York, 2002.
-L. Margulis (1981). Symbiosis in Cell evolution. Freeman, New York. L. Margulis (1992), Symbiosis in Cell Evolution: Microbial Communities in the Archean and Proterozoic Eons, Freeman, New York.
-SANTOS, Vanessa Sardinha dos. "Teoria endossimbiótica"; Brasil Escola. Disponível em http://brasilescola.uol.com.br/biologia/teoria-endossimbiotica.htm. Acesso em 18 de outubro de 2017.

Modelo didático: Lipossomos

Boa noite, pessoal.
           Dando continuidade à nossa disciplina de Ensino e Desenvolvimento de Projetos III encaminhamos para nossa segunda atividade que foi a proposta de elaboração de um modelo didático que posteriormente será utilizado para a produção do stop motion. Continuando as nossas pesquisas  realizadas durante o ciência itinerante optamos por construir um lipossomo. Este modelo pode ser aplicado para alunos do ensino médio e visa ser uma ferramenta lúdica de ensino facilitando o entendimento do conteúdo e as funções do lipossomo dentro de um sistema.
           Nosso primeiro desafio foi escolher que tipo de material utilizar na confecção do modelo didático, pois buscamos sempre por materiais de baixo custo e de fácil manejo visando que este modelo pode ser construído em qualquer instituição. A princípio pensamos em utilizar uma esfera construída a partir de folhas de jornal e cola, porem as tentativas de fazer essa esfera não teve muito sucesso. Após alguns encontros optamos por uma esfera de isopor que nos daria a mobilidade de abrir e fechar conseguindo observar as estruturas do seu interior.
     Fig.1: Produção do modelo didático
                                                                  

Fig.2: Produção do modelo didático 

                                                                    

             Pintamos toda a estrutura de isopor de cores distintas e ao redor da esfera na parte externa colamos bolinhas menores também de isopor pintadas na cor vermelha representando a parte fosfato da bicamada lípidica e representamos as ligações dos ácidos graxos com palitos de dente, tudo isso pensando na mobilidade de abrir e fechar este modelo didático. Para manter o modelo imóvel fixamos-o por meio de arames em uma base de isopor, identificando cada estrutura que compõem o lipossomo.

Fig.3: Representação da parte
      externa do lipossomo 
   
  
        Fig.4: Representação da parte
              interna do lipossomo 






 Grupo: Caroline Morais, Mirelle Oliveira, Paula Baptista e Ramon Macedo. 


Modelo didático: Condução de água e sais pelo xilema no interior da planta

Olá leitores,
               Através dessa postagem, vamos relatar como foi a segunda etapa da disciplina Ensino e Desenvolvimento de Projeto III, na qual deveríamos desenvolver um modelo didático para trabalhar. Esse processo não foi tão simples, pois pensamos em vários temas, mas eles já haviam sido desenvolvidos pelas turmas anteriores. De início pensamos em realizar um modelo onde mostraria a participação de cofatores em reações, assunto relacionado à bioquímica, entretanto encontramos dificuldades no assunto por não encontrar algo concreto e de fácil explicação e representação. Diante dessa situação o grupo discutiu e entrou em consenso de representar no modelo didático a condução de seiva bruta (água e minerais) na planta (Fig.1), abordando assim e consequentemente dando ênfase ao xilema. Essa mudança de tema foi discutida com os professores ao decorrer dos encontros semanais ofertados pela disciplina.
                Após definido o tema, começamos a montagem do trabalho, onde utilizamos materiais como isopor, cartolinas, colas, tesouras, para fazer o caule, raiz e folhas (Fig.2) e miçangas que foram utilizadas com o intuito de representar o caule de forma interna após um corte transversal, juntamente com os tecidos que o compõem, fazendo assim que aqueles que visualizarem o nosso modelo tenham uma visão ampla do que ocorre, onde ocorre e do que o caule é composto (Fig.3).
    O tema foi escolhido devido à curiosidade tanto da parte do grupo, quanto da maioria dos alunos que buscam entender o como funciona uma planta em seu interior já que só enxergamos a parte externa. Entender seu funcionamento é fundamental não só na área da aprendizagem propriamente dito, mas em suas aplicações para a preservação. Buscamos mostrar como ocorre o processo em que a planta consegue água e sais e os levam até seus troncos, galhos e folhas.


Fig.1-  Representação da condução de seiva bruta (água e minerais) na planta.



Fig.2- Montagem da árvore


Fig.3- Representação interna dos tecidos presentes no caule



Referências: 
  • Appezzato-da-Glória, B. e Carmello-Guerreiro, S. M. (eds.) Anatomia Vegetal. 3.ed.Viçosa: Editora UFV, 2012.


Grupo:  Diego M. Lopes, Francielle C. de F. Lima, Giulia Michele Marques, Luíza Martins e Luíza Souza.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Ciência Itinerante - EDP III - 2017.2


Boa noite pessoal !!

Na produção e criação deste - Ciência Itinerante viemos trazer um pouco mais de informação sobre como as plantas podem ser e de fato são indispensáveis para melhoria e equilíbrio da vida humana além das potencialidades já comumente conhecidas.
Para isso escolhemos dois temas, sendo eles:
-Desmitificando a erva proibida.
-Fitorremediação.

Para um informativo bem feito e que possa atingir sua missão com sucesso, percorremos o caminho objetivo da pesquisa no assunto, checagem de informações e fontes e busca de mais pesquisas que pudessem colaborar positivamente com nosso objetivo, que é informar sobre a eficácia do uso da planta Cannabis sativa no tratamento de doenças neurológicas (primeiro tema) e de como as plantas podem ser úteis para remediação de ambientes poluídos sejam eles terrestres, aquáticos e também o próprio ar que respiramos.
>No primeiro tema “Desmitificando a erva proibida” (Figura 1) procuramos de maneira direta e simples comunicar sobre a possibilidade de avanços no tratamento de doenças através do uso do princípio ativo Cannabidiol "CBD" como medicamento fitoterápico eficaz na diminuição de sintomas e melhora na qualidade de vida de pessoas que sofrem com alguns tipos de doenças neurológicas e até mesmo psicológicas. Na pesquisa encontramos resultados de universidades nacionais e estrangeiras que tratam de maneira positiva o uso deste princípio ativo e não foi difícil relacionar essa questão com a Anatomia Vegetal pois todo óleo fabricado é extraído através da planta sendo mais especificamente do CBD encontrado em seus tricomas presentes nas flores. São tricomas glandulares que armazenam a substância e ajudam na proteção da estrutura reprodutora (flor) da C. sativa. Achamos importante a abordagem deste tema pois a fitoterapia por muitas vezes pode ser uma saída mais simples e eficaz no tratamento de sintomas e doenças, visto que os próprios princípios ativos de remédios sintéticos são retirados ou sintetizados a partir de compostos orgânicos de plantas.
Além disto o tema é atualmente fonte de muitos debates e está em pauta no Superior Tribunal Federal (STF) a regulamentação do uso, comercialização e produção da planta para diversos fins o que implica numa possível melhora no oferecimento e legalização visto suas possibilidades medicinais que se mostram positivas até então. O grupo conseguiu diferenciar muitas informações a respeito da planta e seus possíveis uso além de junto perceber toda a questão social e de saúde que o tema envolve e com políticas de saúde e regulamentação adequada o que antes era problema agora pode ser uma das soluções para melhoria de vida de pacientes que buscam em remédios quimicamente sintetizados algum alívio para seus problemas.
>No segundo tema Fitorremediação (Figura 2.) foi mais complicado encontrar referências científicas visto que a fitorremediação mais conhecida é a de solo com processos químicos desenvolvidos pelas plantas cultivadas servindo de maneira a retirar do solo metais pesados. Porém com buscas mais detalhadas em ambos as áreas possíveis de se aplicar a fitorremediação, colhemos informações úteis sobre cada um dos processos nos ambientes (aquáticos, terrestres e do ar) e sucintamente colocamos de maneira simples e direta como cada uma pode ser feita, os locais que podem receber esta alternativa e também a importância sustentável de cada vez mais se usar dos meios naturais para que o ser humano desenvolve tecnologias capazes de mitigar um pouco dos malefícios do desenvolvimento desenfreado e suas negatividades que atingem não só a natureza como também a própria saúde humana. Jardins verticais em grandes cidades e até mesmo em ambiente domésticos, igarapés em ambientes aquáticos e plantio de determinadas culturas de plantas podem ser eficazes no tratamento do ambiente sem que se use tecnologias que demandem de mais investimento e processos químicos complexos.

Nos surpreendemos com as possibilidades que exigem mais tempo e dedicação porém em troca oferece maior qualidade e mostra que as respostas para os males causados pela interferência humana no ambiente muitas vezes estão na própria natureza degradada pelo mesmo. 

Por hoje é só pessoal, esperamos que gostem dos temas escolhidos e que possam ser úteis quando o assunto são as plantas e a melhoria da qualidade de vida que elas oferecem. Os assuntos foram interessantes tanto para pesquisa quanto para desenvolvimento do trabalho final abaixo apresentado. Obrigado pela atenção e viva as plantas e toda biblioteca viva existente em cada uma delas que assim como nós fazem parte da mesma natureza.

Que vivamos em harmonia, utilizando da maneira mais saudável possível toda as possibilidades oferecidas a nós pela natureza, a biologia agradece!

"Biologia é o estudo de coisas complicadas que têm a aparência de terem sido projetadas com um propósito"- Richard Dawkins

                                                                         Figura 1.
Trabalho 1: Desmitificando a erva proibida.


                                                                           Figura 2.

Trabalho 2. Fitorremediação.


Referências Bibliográficas:

- DE OLIVEIRA, M. T; PAIM, R. O USO TERAPÊUTICO DE CANABINÓIDES EM PACIENTES PORTADORAS DE DOENÇAS CRÔNICAS. Em: Congresso de Pesquisa e Extensão da Faculdade da Serra Gaúcha. 2015. p. 825-827.

- SANTOS, M. R. UTILIZAÇÃO DE FITOTERAPIA NÃO TRATAMENTO E / OU PREVENÇÃO DA DOENÇA DE PARKINSON. 2014. Tese de Doutorado.

- IROVIC, N. et al. Diferenciação de subespécies de cannabis por análise de genes de THCA sintase usando RFLP. Journal of Forensic and Legal Medicine, v. 51, p. 81-84, 2017.

- RIBEIRO, G. et al. FITORREMEDIAÇÃO DE METAIS PESADOS EM EFLUENTES UTILIZANDO Em: Congresso Mineiro de Engenharias e Arquitetura-CENAR. 2016.

- JAQUES E. "Fitofiltro: a cura do ar pelos jardins verticais", 2013. Disponível em: <http://atitudesustentavel.com.br/blog/2013/09/19/fitofiltro-a-cura-do-ar-pelos-jardins-verticais/> Data do acesso: 02/09/2017.

- PRIYANKA V. "Fitorremediação: um método salvador do meio ambiente", 2016. Disponivel em: <http://www.isfoundation.com/pt-br/news/fitorremediação-um-metodo-salvador-do-meio-ambiente> Data de acesso: 02/09/2017.

GRUPO: IARA SAMPAIO, ÍTALO LIMA, IZABELA GOMES E LETÍCIA FAUSTO.