Corte transversal da folha do milho, aumento de 10x10 |
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Importância dos cortes nas aulas práticas de Anatomia Vegetal
Biologia didática
Tecido epitelial pseudoestratificado |
Grupo: Márcia Gracielle de Oliveira Lopes, Jaqueline Miquel e Michelli Silva.
Nanotecnologia dos Lipossomas

domingo, 20 de novembro de 2011
História e importância do stop motion

Vitaminas Antioxidantes

De maneira simples, o termo radical livre refere se a átomo ou molécula altamente reativo, que contêm número ímpar de elétrons em sua última camada eletrônica. É este não emparelhamento de elétrons da última camada que confere alta reatividade a esses átomos ou moléculas (FERREIRA, MATSUBARA, 97).
Diariamente o corpo libera essas moléculas em quantidades pequenas, são eliminadas pelo próprio organismo sem causar danos, o problema surge quando a produção dessas moléculas aumenta e elas tornam-se vilãs.
Como em sua maioria são derivados do metabolismo do oxigênio utilizamos o termo “espécies reativas do metabolismo do oxigênio” (ERMO) para referirmo-nos a eles.
Existem evidências de que as ERMO possam estar envolvidas em mais de 50 doenças como as pulmonares ex: enfisema e asma dentre outras, a doença de Parkinson, o acidente vascular cerebral, a doença de Alzheimer, a esclerose múltipla e catarata.
Os antioxidantes são compostos que ajudam a proteger o corpo da formação das ERMO. A oxidação provoca danos às nossas células e acredita-se que esse dano cumulativo é o que provoca o envelhecimento.
Uma maneira de reduzir a probabilidade de contrair certas doenças é manter uma dieta em porções diárias de frutas e vegetais que contenham vitaminas A, C, E, Zinco e Beta Caroteno, que são antioxidantes, em vez de tomar suplementos.
Alimentos Ricos em antioxidantes
- Vitamina A: cenoura, abóbora, fígado, batata doce, damasco seco, brócolis e melão.
- Vitamina C: frutas cítricas (laranja, lima, limão), melão, acerola, caju, kiwi, morango, vegetais verdes escuros e tomate.
- Vitamina E: óleos de frutos e sementes, germe de cereais, amêndoas, nozes, castanha do Pará, gema de ovo, verduras de folhas verdes escuras e legumes.
- Beta Caroteno: verduras de folhas verdes escuras, abóbora, cenoura e tomate.
- Zinco: cereais integrais, germe de trigo, peixes, mariscos e crustáceos, carnes, aves e leite
Obs:Chá verde é um dos mais importantes antioxidantes.
O alho é conhecido como anti-radical livre.
Referências:
Bianchi, M. de L. P.; Antunes, L.M.G. Radicais livres e os principais antioxidantes da dieta. Revi. Nutr. Campinas vol 12, n. 2, p. 123-130, 1999.
Ferreira, A.la.;Matsubara, L.S Radicais livres: conceitos, doenças relacionadas, sistema de defesa e estresse oxidativo. Revista Ass. Med Brasil vol 43, n, 1, p. 61-8, 1997.
http://www.wdicas.com/alimentos-antioxidantes-dicas-proteja-o-corpo-dos-efeitos-da-oxidacao/
Grupo:
Natália Conceição
Luiz Fernando Alves da Silva
Paulo Roberto Faquinelli
Renata Nogueira de Medeiros
sábado, 19 de novembro de 2011
Parede Celular
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Figura: parede celular (seta) |
Tecido Cartilaginoso

- CARTILAGEM HIALINA: É encontrada nos adultos nos brônquios e traqueia. Tem predomínio de substância intercelular.
- CARTILAGEM ELÁSTICA: Difere da anterior pela presença de fibras elásticas. É encontrada no pavilhão da orelha e na epiglote.
- CARTILAGEM FIBROSA: É a mais resistente das três variedades mostra abundante em fibras colágenas e elásticas. Podem ser vistas nos meniscos articulares e discos invertebrais.
REFERÊNCIAS:
SOARES, J.L. BIOLOGIA. Vol. 1. São Paulo: Scipione, 1994.
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Histologia/epitelio15.php. Acessado em 16 de novembro de 2011.
Suicídio celular

Todas as células do nosso corpo têm um determinado período de vida, algumas como as que formam o tecido epitelial (pele) são repostas a cada 30 dias, outras como as do couro cabeludo passam pelo processo de substituição a cada 3 ou 4 dias formando caspas, já as do sangue mesmo sendo anucleadas só são regeneradas a cada 120 dias. Esse processo de reposição celular só é possível graças a um mecanismo adquirido ao longo da evolução que mantêm as células do nosso organismo em perfeita organização. Esse evento é denominado apoptose que é a morte programada da célula, desencadeada por uma enzima denominada P53 se essa não funcionar corretamente células com o DNA danificado podem se multiplicar constantemente transformando em células cancerosas pro isso o fenômeno é importante para manter o bom funcionamento do organismo.
Ao longo do desenvolvimento embrionário e das fazes jovens da vida, as divisões celulares devem sobrepor a morte das células. Isso acontece para que os órgãos se formem e cresçam ate atingir o tamanho definido, entretanto na fase adulta o ritmo das divisões celulares (mitose) diminui passando a ocorrer somente quando a necessidade de substituir as células que morreram naturalmente ou em conseqüência de acidente. Por isso muitos pesquisadores acreditam que a apoptose seja uma morte programada da célula. O termo apoptose (do grego apo, separado de, e ptóses, queda.), esse termo só e utilizado para mortes celulares propositais já a morte celular acidental produzida por traumatismos, substancias tóxicas, obstruções vasculares, são conhecidas como necrose. Como já falamos a proteína P53 que também é responsável por estabilizar a o ciclo celular na fase G1, para que possa ocorrer o controle de possíveis alterações do DNA mantendo o ciclo celular na fase denominada G0. Entretanto quando a uma mutação no gene P53 e este trecho está alterado, dá origem a uma proteína P53 defeituosa, incapaz de manter a morte programada da célula, esse defeito faz com que a célula tenha uma seqüência de divisões desordenadas provocando o câncer. As condições biológicas que levam a célula a ocorrer a apoptose ocorrem quando o DNA apresenta alterações devido ao envelhecimento celular, à replicação, a ação de agentes ambientais como raios x radiação dos raios ultravioleta, substancia química ou ao acumulo de radicais livres como peróxido de hidrogênio. Para que o processo de apoptose ocorra, à proteína P53 inativa a BCL-2, iniciando assim o processo de apoptose.
Referências do texto:
BRUCE, Alberts. Fundamentos da biologia celular. 2ªed. Porto Alegre: Artmed, 2006
DE ROBERTIS, E.D.P., & DE ROBERTIS, E. M. F.Bases da Biologia Celular e Molecular. 4ª Ed. Rio de Janeiro: ED. Guanabara, 2010
Referência da imagem (site acessado em: 18/11/2011)
http://www.diariosur.es/v/20100925/sociedad/suicidio-celular-20100925.html
Grupo: Camila de Oliveira Assugeni, Camila Nascimento, Milene dos Santos, Letícia Gobbi e Samuel Amaral.
O tecido cartilaginoso

sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Células-tronco hematopoéticas
Grupo: Julian Cristian, Angêlo Alves, Marcos Gomides, Leandro Rodrigues e Jean Carlos
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Insulina e Glucagon – Como agem no nosso organismo?
A secreção é chamada exócrina, pois libera hormônios na corrente sanguínea. No pâncreas existem milhões de ilhotas pancreáticas, também chamadas de ilhotas de Langerhans, que possui regiões alfa, onde é produzida a insulina e regiões beta, onde é produzido o glucagon.
Estes hormônios possuem função fisiológica inversa no nosso organismo, estes começam a funcionar assim que nos alimentamos.
Logo depois de nos alimentarmos, a insulina é liberada para absorver a glicose das células do fígado, tecido esquelético e adiposo, até que a concentração vai diminuindo devido a retirada da glicose do organismo.
Sendo assim, conforme a atividade metabólica que estiver ocorrendo o pâncreas é requisitado a liberar determinada substância na corrente sanguínea.


terça-feira, 8 de novembro de 2011
Fecundação - Super ICSI
Olá pessoal ,
segue o stopmotion sobre a fecundação .
Espero que gostem!
Grupo: Larissa de Freitas, Priscila Ferreira, Bruna Petersen, Nayra Rodrigues
Bacteriófagos
Bacteriófagos - A Replicação do Virus - Fago T4 da Escherichia Coli na Célula Bacteriana.
Grupo: Jaqueline Miguel, Márcia Lopes, Michelle Silva e Stêfania Barbosa.
Divisão celular: mitose
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011


Proteínas
As proteínas são os compostos moleculares mais abundantes das células com 15% do volume celular, possuem também uma grande diversificação quanto à forma e à função. Podendo ser estruturas, atuando junto a outras macromoléculas, um exemplo de proteína estrutural é observado nas histonas que condensa o material genético deixando-o com uma estrutura típica, podemos observar também o citoesqueleto e o colágeno, as proteínas participam de quase todos os processos biológicos, pois as enzimas estão incluídas, elas possuem a função de catalisar uma reação aumentando a sua velocidade. As proteínas também podem servir para transportar substâncias, como a hemoglobina que transporta o oxigênio, são encontradas também nos mecanismos de defesa como a imunoglobina. Apesar da variedade de estruturas e funções as proteínas são compostas por apenas 20 tipos de aminoácidos que ligados através de ligações peptídicas formam milhares de formas com suas infinidades, a ligação provoca uma perda de água por isso é considerada uma ligação de desnaturação. Os aminoácidos são formados por um grupo amina, um grupo carboxila, um hidrogênio e um radical que é o que se diferencia os tipos de aminoácidos. As proteínas se distinguem também através de sua forma, elas podem ser divididas em quatro formas: primária, secundária, terciária e quartenária.
A estrutura primária, é a sequência de aminoácidos ao longo da cadeia polipeptídica, sendo assim uma estrutura linear. A estrutura secundária, já descreve estruturas tridimensionais, com a interação entre os aminoácidos podem ser distinguidas em (alfa) hélice e (beta) pregueada, a estrutura terciária descreve o dobramento final das cadeias polipeptídicas, nesse caso as ligações podem ser por pontes de hidrogênio, interações hidrófobas, ligações iônicas ou salinas e por pontes de dissulfeto. Essas ligações dão forma as proteínas que poderão ser classificadas em fibrosas e globulares. A estrutura quartenária descreve a junção de duas ou mais (subunidades) estruturas terceárias. Com isso nós concluímos que as proteínas são fundamentais para os mecanismos metabólicos de todo o nosso corpo, elas são sintetizadas através dos genes do DNA, mas e através do alimento nós adquirimos os diversos tipos de aminoácidos tanto os essenciais quanto os naturais.
Referências:
Anita Marzzoco, Bayardo B torres, Bioquímica Básica
3ª edição, Guanabara Koogan (11) 2007
De Robertis, bases da biologia celular e molecular / Eduardo M.F.
4ª edição- Rio de Janeiro- Guanabara Koogan, 2010
fundamentos da biologia celular/ Bruce Alberts
2ª edição- Porto Alegre, Artmed, 2006
Gametogênese
Oxidação - Redução
Reações de oxidação-redução, para que mesmo?
Tecido epitelial

Nas aulas do professor Carlos Araujo um dos assuntos abordados foi o tecido epitelial. Este tecido é formado por um conjunto de células semelhantes e justapostas, ou seja, sem espaço intracelular, o que impede a entrada de microorganismos. Ele reveste externamente os vertebrados, delimita cavidades internas e forma os órgãos e glândulas. Por possuir sua camada mais externa queratinizada, evita a perda excessiva de água.
O tecido epitelial é dividido em dois grandes grupos: tecido epitelial de revestimento e tecido epitelial glandular. O segundo é constituído por glândulas que secretam substâncias importantes para o organismo, e é subdividido quanto à presença de ductos.
As glândulas exócrinas apresentam ductos que se abrem para fora do corpo ou para o interior de cavidades digestivas, são exemplos as glândulas salivares, importantes no inicio da digestão, as glândulas sudoríparas, importantes para a manutenção da temperatura corporal, entre outras; As glândulas endócrinas não possuem ductos e sua secreção é lançada diretamente na corrente sanguínea atuando nos órgãos e células, como exemplo desse tipo de glândula tem-se a tireóide, a paratireóide e a hipófise que secretam hormônios fundamentais para o funcionamento do metabolismo. Existem ainda as glândulas mistas ou anfícrinas que apresentam regiões endócrinas e exócrinas, por exemplo, o pâncreas que secreta o suco pancreático no intestino e a insulina no sangue.
JUNQUEIRA,Luiz C.; CARNEIRO, José. Histologia Básica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 488 p.
Tecido Epitelial. Disponível em < http://www.mundovestibular.com.br/articles/809/1/TECIDO-EPITELIAL/Paacutegina1.html> Acesso em 30.OUT.2011
GRUPO : Larissa Freitas, Nayra Rodrigues, Bruna Petersen, Priscila Ferreira
Tricomas x emergências x acúleos
Em algumas aulas de células e tecidos vegetais com a professora Flávia Lima, aprendemos sobre a epiderme, o tecido mais externo dos órgãos vegetais em crescimento primário. Ela está sujeita a modificações por ficar em contato direto com o ambiente.
Os apêndices epidérmicos são protuberâncias da epiderme, que comumente são chamados de tricomas.
Eles possuem um grande valor para a taxonomia, tanto que algumas espécies de plantas são facilmente reconhecidas pelo tipo de tricoma que apresenta (p. ex. Solanaceae).
Esses tricomas podem ser encontrados em qualquer órgão da planta e podem ser classificados em:
-Tectores ou não glandulares: “Estes tricomas têm capacidade de absorver água e sais da atmosfera “1 .
-Glandulares: é a forma mais simples de classificação, está relacionado com a secreção de substâncias, por exemplo, resinas, água e mucilagem.
Há outras estruturas muito parecidas com os tricomas, mas com denominações diferentes. Uma delas são os acúleos: projeções na superfície da planta, sobretudo no caule, é pontiagudo, semelhante a um espinho, porém não possui ligação com o sistema vascular do caule o que o difere do espinho. É formado por lignina ou por substâncias inorgânicas impregnadas junto à parede celular, o que lhe dá o aspecto enrijecido, destaca-se com muita facilidade, sua função é a de defesa, é comum nas rosas (Rosaceae).
Outra estrutura que pode ser confundida com os tricomas são as emergências, que são estruturas complexas e podem apresentar em sua estrutura, além das células epidérmicas, células do tecido subepidérmico assim como os tricomas em alguns casos.
Referências Bibliográficas:
1. 1. PEZZATO-DA-GLÓRIA, B. & CARMELLO-GUERREIRO, S.M. 2003. Anatomia Vegetal. Ed. UFV - Universidade Federal de Viçosa. Viçosa.
2.CASTRO,N. Epiderme. Disponível em <http://www.anatomiavegetal.ib.ufu.br/exercicios-html/Epiderme.htm> .Acesso 27.OUT.2011
GRUPO: Larissa de Freitas, Nayra Rodrigues, Bruna Petersen, Priscila Ferreira