quinta-feira, 14 de junho de 2018

EDP III - 2018.1 -STOP MOTION: Divisão Celular Animal



Olá, caros leitores!

Hoje viemos falar sobre a última etapa da disciplina Estudo e Desenvolvimento de Projetos III, que se conduziu pela elaboração do Stop Motion a partir dos modelos didáticos produzidos, e contaremos tudinho a vocês!! O tema escolhido para nossos modelos foi a Divisão Celular Animal, assim como discutimos na postagem anterior, e se você não leu, volta aí na página inicial do blog e dá uma olhadinha! Só para orientar vocês, na publicação anterior detalhamos a escolha dos materiais utilizados que foram:  barbante, massinha, tinta guache e as bolas de isopor.

Para proporcionar uma visão tridimensional da célula, havíamos escolhido as bolas de isopor como mostra a Figura 1, mas ao começarmos a fotografar, algumas organelas deslizavam pela superfície da bola, mesmo utilizando um suporte para mantê-la firme no chão. Após várias tentativas falhas, decidimos movimentar as estruturas sobre o EVA, o que resultou na solução dos problemas enfrentados e melhorou muito a visualização da sequência da divisão celular.

Figura 1: Bolas de isopor.

Durante a gravação do nosso Stop Motion, as fotos foram tiradas por um aplicativo de celular chamado Estúdio Stop Motion. Esse aplicativo possui temporizador, que salva as fotos como projetos, o que tornou mais fácil a criação do vídeo. Colocou-se o celular em um tripé sobre uma “mesa de centro” e para fixar a imagem da câmera (que ajustamos sempre através da limitação do EVA), prendemos os pés do equipamento às próprias estruturas da mesa, como mostrado na Figura 2. Assim, não haveriam alterações bruscas no posicionamento no vídeo e diminuiria as necessidades de edição de fotos. O roteiro foi elaborado pelo grupo. Cada movimento de uma única estrutura, uma foto era tirada, fomos alterando-as conforme as fases avançavam, com o auxílio de um livro (Figura 3).

     Figura 2: Base para a sequência de fotos e Figura 3: Movimentação das organelas.

Para criação e edição do vídeo o programa utilizado foi o Sony Vegas (Figura 4), que possui uma configuração profissional e apresenta várias ferramentas de melhoramento do vídeo, aberturas, legendas, créditos e filtros próprios. A princípio foi necessário posicionar todos os projetos do Studio Stop Motion no editor e assim, fazer o que fosse necessário, cortá-los, adicionar legendas, flechas, cores, créditos finais e trilha sonora, que inclusive escolhemos cinco músicas (não inteiras) para adicionar no vídeo. Preferimos alterar a música a cada vez que uma grande etapa mudasse, por exemplo: uma na Intérfase, Meiose I e Meiose II, as outras duas foram utilizadas para o início e fim do vídeo. 

                                                Figura 4: Sony Vegas.

E aí, gostaram? Chegamos ao fim da disciplina e foi muito bom compartilhar tudo com vocês, apresentando temas de suma importância dentro da Biologia e que, como viram, podem ser compreendidos de formas super interativas. Não se esqueçam de compartilhar com seus amigos e claro, bons estudos!!


Stop Motion: Meiose Animal



Referência utilizada: REECE, Jane B et al., Biologia de Campbell. 10ª edição, p. 232-252.
Grupo: Beatriz Sampaio, Brenda Ketlyn, Évelin Fernanda, Isabela Martins e Thaís Marques.